Votando com consciência

Hoje, nós, cidadãos cristãos, elegeremos – 1 Presidente da República e 27 governadores e seus respectivos vices – 513 deputados federais e 54 senadores, ao todo são 81 cadeiras no Senado somente parte e renovado a cada quatro anos, 94 deputados estaduais – para nos representar nos processos de tomada de decisão pública no próximo quadriênio (2019-2022), pelo menos. Segundo informações do Tribunal Superior Eleitoral, cerca de 25 mil pessoas estão concorrendo a esses cargos eletivos em todo o país 3 . Diante de tantas possibilidades, como escolher um candidato que realmente representa meus princípios, valores e interesses? O que observar nesses candidatos e em suas propostas? Seguem alguns conselhos, bíblica e cientificamente fundamentados, que te ajudarão nessa escolha. Vivemos em um país democrático, cuja Constituição Federal define que “todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente” (Brasil, 1988, artigo 1º, parágrafo único).

Além de participar politicamente, o Cristão vocacionado também deve se envolver e buscar influenciar a política. José governou o Egito e influenciou significativamente as decisões tomadas por Faraó, rei do Egito. Certa vez, José aconselhou o rei a ajuntar os mantimentos a serem obtidos nos sete anos de fatura que a terra do Egito vivenciaria (conforme sonho dado por Deus ao rei) e guardá-los para servir de suprimento nos sete anos de fome que se seguiriam aos anos de fatura. Além de seguir esse conselho, Faraó colocou José como governador do Egito e essa Nação não só teve mantimento para os sete anos de fome, como ainda abasteceu outros povos
carentes (Gn 41).

Embora tenhamos o poder político para decidir quem nos governará, nós, Cristãos, muitas vezes, não damos a necessária atenção e/ou não atribuímos a devida importância a nossa participação consciente e ativa nas eleições. Uma das razões para essa apatia e/ou descaso em relação à política e ao nosso papel de cidadãos está relacionada com nossa visão acerca da política. Há ainda um discurso recorrente na igreja Cristã que prega a incompatibilidade da fé com a política e, por conseguinte, o não envolvimento do Cristão com a política em qualquer de suas dimensões.

Nosso conselho para você Cristão vote em candidatos tementes a Deus e a sua Palavra responsabilidade de escolher sabiamente nossos representantes, os quais devem ser homens e mulheres de bom testemunho de vida, íntegros, tementes a Deus e justos. A bíblia nos alerta que a Nação administrada com justiça e no temor de Deus prospera, ao passo que o governo do ímpio produz sofrimento e injustiça.

Pastor Ismael da Silva

Curso de Introdução ao Aconselhamento Cristão

Objetivo do Curso

O curso tem por objetivo abordar a base do aconselhamento no reino de Deus, quem é o conselheiro, quem é o aconselhado e os limites que precisam estar claros nessa relação, também trás alguns estudos de casos e atividades práticas.

O aconselhamento cristão não é uma disciplina apenas para pastores e líderes, mas para todo cristão que compreendeu que após ou paralelo ao evangelismo existe uma chamada para o discipulado, isso é relacionamento, comunhão e intimidade, e Cristo tem muito a nos ensinar sobre essas coisas.

Ementa do Curso de Aconselhamento Cristão 2018

Prof.ª Thalyse Santana
Prof.ª Auxiliar: Michele Silva
Duração: 8 aulas
Inscrição: R$80 (encerrada)

AULA 1 – O que não é aconselhamento

  • Não é fazer promessas
  • Não é criar seguidores de si
  • Não é dar conselhos
  • Não é evangelismo
  • Não é ser por quem já é
  • A terceirização da vida e da espiritualidade

AULA 2 – Aconselhamento cristão e o Cristo do aconselhamento

  • A emergência e as contribuições da cosmovisão cristã
  • Cristo é Deus
  • Cristo veio
  • Cristo está
  • Cristo volta

AULA 3 – Aconselhamento cristão e o cristão

  • Eu sou _____?
  • Eu sou em Cristo

AULA 4 – Processo criativo no aconselhamento

  • Criador, criatura e cri[a]ção

AULA 5 – Cuidado e autocuidado

  • Coração cuidador
  • Fundamentos da arte de cuidar
  • Alguns jeitos de ajudar
  • Ajuda-te a ti mesmo

AULA 6 – Desafios contemporâneos do aconselhamento

  • O antigo conselho para o conselheiro de hoje
  • A atualidade da bíblia
  • A atualidade da dependência de Deus
  • A atualidade da orientação do Espírito Santo

Mais informações do curso pode deixar um comentário ou enviar um e-mail para admscarlos@gmail.com

Curso Preparatório de Obreiros

História e Objetivo do Curso

O objetivo do Curso Preparatório para Obreiros (CPO) é apresentar recursos práticos e integrar pessoas ao ministério para que estes cumpram o chamado bíblico, e sejam aprovados por Deus. (II Timóteo 2:15)

O CPO é oferecido anualmente, normalmente no mês de Outubro, para todos os que têm sido despertados a servir ao Senhor. Lembrando que quem de fato prepara o obreiro é o próprio Deus, o curso é apenas uma instrução de como ser cooperador do propósito divino para servi-lo com temor e amor.

Ementa do CPO 2018

Prof. Pb. Adinovam Pimenta
Duração: 7 aulas
Inscrição: R$60 (encerradas)

AULA 1 – Introdução

  • Objetivos do curso
  • Breve resumo histórico das Assembleias de Deus
  • O credo apostólico das Assembleias de Deus
  • Doutrinas x Costumes
  • Estrutura convencional

AULA 2 – Ministérios

Parte I

  • Definição de ministério e seus objetivos
  • Ministérios do Antigo Testamento
  • Ministério Real
  • Ministério Profético
  • Ministério Sacerdotal

Parte II

  • Ministérios do Novo Testamento
  • Outras classes de ministérios
  • Estrutura organizacional

AULA 3 – Diaconato

  • Histórico e Etimologia
  • Principais funções

AULA 4 – Presbitério

  • Histórico e Etimologia
  • Principais funções

AULA 5 – A chamada para o ministério e a separação de obreiros

  • A chamada Geral e Universal
  • A chamada Individual e Específica
  • Exemplos de chamadas
  • Como identificar a sua chamada ministerial?
  • Evidências de uma verdadeira chamada de Deus
  • A preparação do obreiro

AULA 6 – Disciplina na igreja

  • O que é disciplina na igreja?
  • Objetivos da disciplina
  • Tipos de disciplinas
  • Penas disciplinares aos membros
  • Reconhecimento de cargo para obreiros disciplinados

AULA 7 – Características de um bom obreiro

  • O obreiro e a sua vida espiritual
  • O obreiro e a sua família
  • O obreiro e a igreja
  • O obreiro e o púlpito
  • O obreiro e o mundo moderno
  • O obreiro e a ética ministerial

Mais informações do curso pode deixar um comentário ou enviar um e-mail para admscarlos@gmail.com

A Família e o Voto

É interessante observar como o tema “família” faz parte de muitas promessas dos candidatos. Existem partidos que a única bandeira é a defesa da família. Muitos procuram citar a proteção a família como um argumento de campanha, os que estão no governo citam programas já criado de apoio assistencial a família, os que não estão fazem promessas. Pena que muitas vezes programas de assistência à família sejam confundidos com programas de fortalecimento das famílias.

Não se fortalece a família, quando por exemplo, se aprova leis como a da palmada, que tira o poder dos pais em educar seus filhos. Não se fortalece a família quando grupos e partidos políticos lutam para descriminalizar a maconha. Não se fortalece a família quando há tentativas de legalizar a prostituição. Não se fortalece a família quando crianças são ensinadas que o homossexualismo é apenas uma questão de opção sexual. Não se fortalece a família quando tentativas de aprovação do aborto ganha força e tem apoio importante em todos os poderes. Não se fortalece a família quando se tenta, de quando em quando, mudar a definição tradicional da família. Tramita, por exemplo, no Congresso Nacional o “Estatuto da Família”. Nele há inúmeros artigos que contrariam a visão judaico-cristã da família. Devemos estar atentos.

Segundo políticos comprometidos verdadeiramente com os princípios judaico-cristãos do casamento, da família e da sexualidade, existem hoje, no Congresso Nacional mais de 800 projetos de leis que ferem profundamente as bases da família segundo a visão cristã. Não se fortalece a família quando os próprios governantes não são exemplos de integridade nas questões familiares e conjugais.

Devemos, com certeza, apoiar candidatos que, verdadeiramente, levantam esta bandeira, mas, em sendo eleitos, os mesmos deputados devem ser cobrados, pois defender a visão segundo o conceito judaico-cristão é uma causa, para a mídia, ingrata, indigesta, antipática e politicamente errada. No cenário político temos muitos exemplos de parlamentares que são taxados de intolerantes e fundamentalistas porque defendem estas e tantas outras questões importantes para o fortalecimento da instituição do casamento e da família.

Que Deus nos abençoe enquanto nação brasileira e que os eleitores, especialmente os cristãos sejam sábios e estejam atentos para que seus candidatos não apenas levantem a bandeira, mas paguem, se preciso, um preço alto junto a mídia.

– Pastor Ismael da Silva

Congresso da CIBE em São Carlos

Depois de preparar os irmãos e irmãs de cada setor do campo com uma série de cultos, jejum e oração, foi realizado o congresso da CIBE em São Carlos. A petição foi apenas uma, que o Senhor Deus se fizesse presente e falasse com todo o povo nos louvores, oportunidades e mensagem.

E assim foi.

Os presentes se derramaram na presença de Deus e houve renovo de aliança com Cristo e resgate de propósito ministerial.

Em um maravilhoso coral, as irmãs trouxeram um mix de hinos mais antigos, que marcaram a conversão e primeiros anos de muitos cristãos com as novas canções inspiradas por Deus na atualidade.

Na ministração da palavra, interpretando o texto da oração de Jabez em I Crônicas 4:10-11, a Missionária Alexsandra Nunes comparou a vida cristã com os períodos de uma gestação e como Deus se revela em cada um deles, transformando até o mais duro sofrimento em algo belo e perfeito para a Sua glória.

Igreja durante o congresso da CIBE
Igreja durante o congresso da CIBE
Miss. Alexsandra ministrando a palavra

Grupo de Louvor CIBE
Pra. Elaine falando à igreja
Pr. Ismael falando à igreja

Entendendo o Cristianismo

O Cristianismo é uma religião de História. Ele não se ampara em lendas, mas em fatos os quais
devem ser testemunhados, visto que eles têm uma relação direta com a vida dos que creem. O
Cristianismo é uma religião de fatos, palavra e vida. A fé cristã fundamenta-se no próprio Cristo:
O Deus-Homem. Sem o Cristo Histórico não haveria Cristianismo. O Cristianismo é o próprio
Cristo; ele não apenas indica o caminho; antes, é o próprio (Jo 14.6).

Sem o fato histórico da encarnação, morte e ressurreição de Cristo, podemos falar até de experiência religiosa, mas não de experiência cristã. A experiência cristã depende fundamentalmente desses eventos. A fé cristã é para ser vivida e proclamada. A pregação caracteriza essencialmente a fé cristã e a sua proclamação (Rm 10.14,15).

A questão de quem é o Cristo que cremos e pregamos permanece; essa tem sido ao longo da História uma das indagações mais relevantes para a nossa fé. As angústias medievais e ainda permanentes em nossos dias são geradas pela falta de compreensão da pessoa e obra de Cristo.

Cristo por ele mesmo; esse é o anelo de toda Cristologia e, portanto, o fundamento de toda a nossa proclamação. Desse modo, devemos indagar sempre a respeito de nossas convicções e testemunho, avaliando-os por meio daquele que verdadeira e compreensivelmente diz quem é.

Procurar a Cristologia do Cristo equivale a buscar compreender em submissão ao Espírito tudo o que foi revelado para nós. Por certo, esse conhecimento não estará restrito ao Cristo Salvador, mas, além disso, nos fala do Cristo Deus-Homem; do Cristo Eterno e Glorioso. Aliás, só podemos falar do Cristo Salvador, se ele de fato for – como é – o Deus encarnado, visto que a nossa redenção não foi levada a efeito pelo Logos divino, nem pelo “Jesus humano”, mas por Jesus Cristo: Deus-Homem.

O evangelho nos enriquece. Jesus Cristo, o Senhor da glória, rico em sua glória eterna fez-se pobre por amor do seu povo a fim de que fôssemos enriquecidos na plenitude de sua graça. Na realidade, a sua humilhação (encarnação e morte) e exaltação (ressurreição, glorificação e ascensão) não afetaram a essência da sua natureza divina.

O evangelho é uma mensagem acerca de Deus – da sua glória e de seus atos salvadores; acerca do homem – do seu pecado e miséria; acerca da salvação e da condenação condicionada à submissão ou não a Cristo como Senhor de sua vida. Essa mensagem que envolve uma decisão na História, ultrapassa a História, visto ter valor eterno. Estejamos aberto ao Evangelho pois só ele dá ao ser humano a certeza de vida eterna em Cristo Jesus.

Pastor Ismael Silva