A Família e o Voto

É interessante observar como o tema “família” faz parte de muitas promessas dos candidatos. Existem partidos que a única bandeira é a defesa da família. Muitos procuram citar a proteção a família como um argumento de campanha, os que estão no governo citam programas já criado de apoio assistencial a família, os que não estão fazem promessas. Pena que muitas vezes programas de assistência à família sejam confundidos com programas de fortalecimento das famílias.

Não se fortalece a família, quando por exemplo, se aprova leis como a da palmada, que tira o poder dos pais em educar seus filhos. Não se fortalece a família quando grupos e partidos políticos lutam para descriminalizar a maconha. Não se fortalece a família quando há tentativas de legalizar a prostituição. Não se fortalece a família quando crianças são ensinadas que o homossexualismo é apenas uma questão de opção sexual. Não se fortalece a família quando tentativas de aprovação do aborto ganha força e tem apoio importante em todos os poderes. Não se fortalece a família quando se tenta, de quando em quando, mudar a definição tradicional da família. Tramita, por exemplo, no Congresso Nacional o “Estatuto da Família”. Nele há inúmeros artigos que contrariam a visão judaico-cristã da família. Devemos estar atentos.

Segundo políticos comprometidos verdadeiramente com os princípios judaico-cristãos do casamento, da família e da sexualidade, existem hoje, no Congresso Nacional mais de 800 projetos de leis que ferem profundamente as bases da família segundo a visão cristã. Não se fortalece a família quando os próprios governantes não são exemplos de integridade nas questões familiares e conjugais.

Devemos, com certeza, apoiar candidatos que, verdadeiramente, levantam esta bandeira, mas, em sendo eleitos, os mesmos deputados devem ser cobrados, pois defender a visão segundo o conceito judaico-cristão é uma causa, para a mídia, ingrata, indigesta, antipática e politicamente errada. No cenário político temos muitos exemplos de parlamentares que são taxados de intolerantes e fundamentalistas porque defendem estas e tantas outras questões importantes para o fortalecimento da instituição do casamento e da família.

Que Deus nos abençoe enquanto nação brasileira e que os eleitores, especialmente os cristãos sejam sábios e estejam atentos para que seus candidatos não apenas levantem a bandeira, mas paguem, se preciso, um preço alto junto a mídia.

– Pastor Ismael da Silva

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