Dica de Leitura – A FÉ COMEÇA EM CASA

Não sabe nem pra qual lado começar a ensinar seu filho “no caminho que deve andar”? Não é tão simples quanto parece, mas também não tão difícil quanto imagina. Com o livro “A fé começa em casa” de Mark Holmen você aprenderá sobre a importância do caminhar com o Senhor, também como usar os dons e as experiências dos avós definindo o papel da igreja na família.

O Brasil laico

O Brasil é um país de grande maioria cristã. A nossa constituição reconhece isso quando afirma que ela foi promulgada “sob a proteção de Deus”. Essa expressão tem grande fundamento histórico, mas é preciso reconhecer que há uma explicação teológico-filosófica por trás dela.

Foram justamente os adoradores do Deus cristão que asseguraram as liberdades elencadas na constituição. Somente em uma sociedade influenciada por uma cosmovisão que acredita em um Deus pessoal, trino e distinto da natureza é possível vislumbrar os aspectos morais absolutos que regem essa sociedade, independente da relação direta com esse Deus.

Com exatidão, definiu o ilustríssimo jurista Dr. Ives Gandra Martins: “Estado laico é aquele em que as instituições religiosas e políticas estão separadas, mas não é um Estado em que só quem não tem religião tem o direito de se manifestar.

No Brasil, por outro lado, se reconhece o valor da religião para o indivíduo e para a própria fundação do Estado. Não é à toa que símbolos cristãos podem ser encontrados em repartições públicas, num reconhecimento de que o Estado brasileiro é devedor da religião cristã. Nada disso afeta a laicidade adotada pelo Brasil, pois a manifestação religiosa não é somente um direito do cidadão, como também é um aspecto da humanidade.

Isso pode ser atestado com o artigo 19 da Constituição. Esse artigo salvaguarda o direito ao culto, ainda que esclareça que o culto nunca deve ser estatal. De outra sorte, o Estado poderá, quando achar por bem, ter uma aliança de colaboração com os grupos religiosos para o interesse público. Isso significa que as igrejas podem ser ouvidas para ajudar o Estado a administrar determinadas áreas.

Essa “humildade” estatal é fundamental para a distinção entre Estado e Igreja. Isso porque o Estado não estaria se sobrepondo sobre as instituições eclesiásticas, as famílias, as relações comerciais, etc.

A recente discussão sobre a oração incluída no primeiro ato de pronunciamento do presidente eleito Jair Messias Bolsonaro precisa levar em consideração a liberdade religiosa e de manifestação, mesmo de uma figura pública. A oração em nada afeta a laicidade do Estado; pelo contrário, a garante. Ao demonstrar que ele, o presidente eleito, está submisso a Deus e comprometido com a verdade da sua Palavra, Bolsonaro faz menção ao seu compromisso com a democracia, a justiça e o bem-estar do cidadão. Por meio da oração, o presidente eleito está definindo o Estado como uma das instituições da sociedade, mas não a mais importante.

Que Deus abençoe o Brasil e todos que queiram contribuir para uma nação mais justa.

Pr. Ismael da Silva

Entre para o Time – Biblioteca

Time Biblioteca

Função: Auxiliar os irmãos no empréstimo e devolução dos livros, manter o acervo em ordem e o espaço limpo, e colaborar nos projetos de divulgação e incentivo a leitura (quando houver).

Atuação: Antes e depois dos cultos de terça, domingo e EBD. Necessita chegar no mínimo 30 minutos antes da programação começar e fechar de 30 a 60 minutos depois da programação terminar.

Maior necessidade: Pessoas para revezar nas escalas

Requisitos:

  • Ser receptivo
  • Ser frequente
  • Ser educado

Habilidades despertadas ou fortalecidas: 

  • Estimula a memória
  • Amplia o conhecimento da literatura cristã e incentivo à leitura
  • Relacionamento interpessoal
  • Organização
  • Paciência
Não precisa ter experiência. 
Para todas as idades.
Liderança: Larissa Sousa / (11) 96840-4907

“Perdão”, palavra que liberta

A reconciliação não é algo a ser praticado somente entre nós e Deus, mas também para com nossos irmãos e próximos. Reconhecemos, que, à semelhança da cruz, também temos duas linhas do fluir da reconciliação: a vertical (o homem com Deus) e a horizontal (entre os homens).

O perdão (ou a falta dele) faz muita diferença na vida de alguém. A reconciliação horizontal determina se a vertical que recebemos de Deus vai permanecer em nossa vida ou não. A palavra de Deus é clara quanto ao fato de que se não perdoarmos a quem nos ofende, então Deus também não nos perdoará. Foi Jesus Cristo quem afirmou isto no ensino da oração do Pai-nosso:

“Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai Celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas”. (Mateus 6.14,15).

Deus tem nos dado seu perdão gratuitamente, sem que o merecêssemos, e espera que usemos do mesmo espírito misericordioso para com quem nos ofende. Se fluímos com o Pai Celestial no mesmo espírito perdoador, permanecemos na reconciliação alcançada pelo Senhor Jesus.

Contudo, se nós negamos a perdoar, interrompemos o fluxo da graça de Deus em nossa vida, e nossa reconciliação vertical é comprometida pela ausência da horizontal. Quem não perdoa, está preso. Lemos em Mateus 18.34: “E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse toda a dívida”. A palavra verdugo significa “torturador”. Além de preso, aquele homem seria torturado como forma de punição. A prática do ministério nos revela que o que Jesus falou em figura nesta parábola é uma realidade espiritual na vida de quem não perdoa. Os demônios amarram a vida daqueles que retém o perdão. Suas torturas aplicadas são as mais diversas: angústia e depressão, enfermidades, debilidade física, etc.

Outro dia ouvi alguém dizendo que o ressentimento é o mesmo que você tomar diariamente um pouco de veneno, esperando que quem te magoou venha a morrer. A falta de perdão produz dano maior em quem está ferido do que naquele que feriu. Por isso sempre digo a quem precisa perdoar: – “Já não basta o primeiro sofrimento, porque acrescentar um outro maior (a mágoa) ”?

Sem perdão não há cura. A doença interior só se complica, e a saúde espiritual, emocional e física da pessoa ressentida é seriamente afetada. O perdão é um ato de misericórdia, de compaixão. Nada tem a ver com merecimento. O que seria de nós sem a misericórdia de Deus.

Quantas vezes Deus já nos perdoou? Quantas mais Ele vai nos perdoar? Se devemos perdoar como também Deus em Cristo nos perdoou, então fica claro que não há limite de vezes para perdoar!

O perdão não é um sentimento, é uma decisão e também uma atitude de fé. Já dissemos que o perdão não é por merecimento, logo, não tenho motivação alguma em minhas emoções a perdoar. Não me alegro por ter sido lesado, mas libero aquele que me lesou por uma decisão racional. Portanto, o perdão não flui espontaneamente, deve ser gerado no coração por levar em consideração aquilo que Deus fez por mim e sua ordem de perdoar. As consequências da falta de perdão também devem ser lembradas, para dar mais munição à razão do que à emoção. É preciso fé para perdoar. É necessário crer que Deus é justo e que Ele não nos pede mais do que aquilo que podemos dar. Se Deus nos pediu que perdoássemos, Ele vai nos socorrer dispensando sua graça no momento em que tivermos uma atitude de perdão. Aproveite faça uma leitura de sua vida quem você tem no coração que tem te feito sofrer, chorar, deixar de dormir, sem apetite rosto triste e amargurado saia desta prisão e perdoe.

Pastor Ismael da Silva

Entre Para o Time – Multimídia

Time Multimídia

Função: Projetar conteúdo audiovisual (playbacks, vídeos, letras de música, fotos, etc) durante os cultos.
Atua: em todos os cultos noturnos e escola bíblica
Maior necessidade: Pessoas para revezar nas escalas (com urgência)
Requisitos:
  • Disponibilidade para estar na igreja de 40 a 60 minutos antes dos cultos noturnos
  • Ser membro ativo da igreja sede ou de uma de nossas congregações
Habilidades despertadas ou fortalecidas: 
  • Comunicação em equipe;
  • Foco;
  • Paciência;
  • Trabalho em equipe;
  • Pró-atividade;
  • Conhecimentos em informática básica;
  • Assiduidade;
  • Responsabilidade
Não precisa ter experiência.
Liderança: Mayara Vaz / (16) 99390-6318

O remédio de Deus para a ansiedade

Qual de nós não se sente ansioso e com medo diante de uma enfermidade, do desemprego, de uma crise familiar, da violência que nos cerca, como também do momento tão difícil que passa a nossa nação principalmente em meio as eleições para Governador e Presidente.

Para o medo e ansiedade Deus providenciou recursos para nos ajudar nestes momentos, temos alguns caminhos a seguir para vencermos estes dois perigos:

Identificar a causa do problema. Você sabe bem as causas da sua ansiedade quando a sente?

Davi, certa vez, pediu que Deus vasculhasse o seu coração e fizesse aflorar os males que ali estavam (Sl 139.23-24).

Considerar a ajuda de um amigo verdadeiro. Depois de descobrirmos a causa de nossa ansiedade, devemos atacá-la. Esse apoio fraternal é de especial significado quando o problema é o tratamento do medo e da ansiedade. A Bíblia afirma que o “perfeito amor lança fora o medo”. Collins, afirma que o inimigo do medo é o amor. Especialmente, demonstrar o amor de Cristo é ajudar também aqueles que sofrem de ansiedade e medo.

Estar sempre alegre no senhor. Segundo Collins, alegrar-se, para os cristãos, é uma ordenança permanente do Senhor, pois Ele disse que jamais nos deixaria. Temos ainda a expectativa de sua volta e da vida com Ele num lugar especialmente feito para nós, Seus filhos. Baseados nessa promessa, podemos viver livres do medo. Precisamos conhecer a palavra do Senhor para que sejamos consolados e fortalecidos!

Confiar em deus em oração e súplicas. Jó orou muito durante a sua crise existencial. Foi crescendo tanto em confiança em Deus que, no final de suas provações, ele declara: “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem” ( Jó 42.5). Ana, por sua vez, foi embora contente após ter orado com tanta dedicação ao Senhor e ouvido as palavras do sacerdote Eli (1Sm 1.9-18).

O que determina a paz no barco não é a ausência da tempestade lá fora, mas a presença de Jesus do lado de dentro. Paz não é a ausência de problemas e aflições, mas é uma dependência completa do cuidado de nosso Pai Celeste.

Faz-nos bem refletir na estrofe de um cântico que diz: “Com Tua mão segura bem a minha, e pelo mundo alegre seguirei. Mesmo onde as sombras caem mais escuras, Teu rosto vendo, nada temerei”.

Pastor Ismael da Silva

Votando com consciência

Hoje, nós, cidadãos cristãos, elegeremos – 1 Presidente da República e 27 governadores e seus respectivos vices – 513 deputados federais e 54 senadores, ao todo são 81 cadeiras no Senado somente parte e renovado a cada quatro anos, 94 deputados estaduais – para nos representar nos processos de tomada de decisão pública no próximo quadriênio (2019-2022), pelo menos. Segundo informações do Tribunal Superior Eleitoral, cerca de 25 mil pessoas estão concorrendo a esses cargos eletivos em todo o país 3 . Diante de tantas possibilidades, como escolher um candidato que realmente representa meus princípios, valores e interesses? O que observar nesses candidatos e em suas propostas? Seguem alguns conselhos, bíblica e cientificamente fundamentados, que te ajudarão nessa escolha. Vivemos em um país democrático, cuja Constituição Federal define que “todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente” (Brasil, 1988, artigo 1º, parágrafo único).

Além de participar politicamente, o Cristão vocacionado também deve se envolver e buscar influenciar a política. José governou o Egito e influenciou significativamente as decisões tomadas por Faraó, rei do Egito. Certa vez, José aconselhou o rei a ajuntar os mantimentos a serem obtidos nos sete anos de fatura que a terra do Egito vivenciaria (conforme sonho dado por Deus ao rei) e guardá-los para servir de suprimento nos sete anos de fome que se seguiriam aos anos de fatura. Além de seguir esse conselho, Faraó colocou José como governador do Egito e essa Nação não só teve mantimento para os sete anos de fome, como ainda abasteceu outros povos
carentes (Gn 41).

Embora tenhamos o poder político para decidir quem nos governará, nós, Cristãos, muitas vezes, não damos a necessária atenção e/ou não atribuímos a devida importância a nossa participação consciente e ativa nas eleições. Uma das razões para essa apatia e/ou descaso em relação à política e ao nosso papel de cidadãos está relacionada com nossa visão acerca da política. Há ainda um discurso recorrente na igreja Cristã que prega a incompatibilidade da fé com a política e, por conseguinte, o não envolvimento do Cristão com a política em qualquer de suas dimensões.

Nosso conselho para você Cristão vote em candidatos tementes a Deus e a sua Palavra responsabilidade de escolher sabiamente nossos representantes, os quais devem ser homens e mulheres de bom testemunho de vida, íntegros, tementes a Deus e justos. A bíblia nos alerta que a Nação administrada com justiça e no temor de Deus prospera, ao passo que o governo do ímpio produz sofrimento e injustiça.

Pastor Ismael da Silva

Curso de Introdução ao Aconselhamento Cristão

Objetivo do Curso

O curso tem por objetivo abordar a base do aconselhamento no reino de Deus, quem é o conselheiro, quem é o aconselhado e os limites que precisam estar claros nessa relação, também trás alguns estudos de casos e atividades práticas.

O aconselhamento cristão não é uma disciplina apenas para pastores e líderes, mas para todo cristão que compreendeu que após ou paralelo ao evangelismo existe uma chamada para o discipulado, isso é relacionamento, comunhão e intimidade, e Cristo tem muito a nos ensinar sobre essas coisas.

Ementa do Curso de Aconselhamento Cristão 2018

Prof.ª Thalyse Santana
Prof.ª Auxiliar: Michele Silva
Duração: 8 aulas
Inscrição: R$80 (encerrada)

AULA 1 – O que não é aconselhamento

  • Não é fazer promessas
  • Não é criar seguidores de si
  • Não é dar conselhos
  • Não é evangelismo
  • Não é ser por quem já é
  • A terceirização da vida e da espiritualidade

AULA 2 – Aconselhamento cristão e o Cristo do aconselhamento

  • A emergência e as contribuições da cosmovisão cristã
  • Cristo é Deus
  • Cristo veio
  • Cristo está
  • Cristo volta

AULA 3 – Aconselhamento cristão e o cristão

  • Eu sou _____?
  • Eu sou em Cristo

AULA 4 – Processo criativo no aconselhamento

  • Criador, criatura e cri[a]ção

AULA 5 – Cuidado e autocuidado

  • Coração cuidador
  • Fundamentos da arte de cuidar
  • Alguns jeitos de ajudar
  • Ajuda-te a ti mesmo

AULA 6 – Desafios contemporâneos do aconselhamento

  • O antigo conselho para o conselheiro de hoje
  • A atualidade da bíblia
  • A atualidade da dependência de Deus
  • A atualidade da orientação do Espírito Santo

Mais informações do curso pode deixar um comentário ou enviar um e-mail para admscarlos@gmail.com

Curso Preparatório de Obreiros

História e Objetivo do Curso

O objetivo do Curso Preparatório para Obreiros (CPO) é apresentar recursos práticos e integrar pessoas ao ministério para que estes cumpram o chamado bíblico, e sejam aprovados por Deus. (II Timóteo 2:15)

O CPO é oferecido anualmente, normalmente no mês de Outubro, para todos os que têm sido despertados a servir ao Senhor. Lembrando que quem de fato prepara o obreiro é o próprio Deus, o curso é apenas uma instrução de como ser cooperador do propósito divino para servi-lo com temor e amor.

Ementa do CPO 2018

Prof. Pb. Adinovam Pimenta
Duração: 7 aulas
Inscrição: R$60 (encerradas)

AULA 1 – Introdução

  • Objetivos do curso
  • Breve resumo histórico das Assembleias de Deus
  • O credo apostólico das Assembleias de Deus
  • Doutrinas x Costumes
  • Estrutura convencional

AULA 2 – Ministérios

Parte I

  • Definição de ministério e seus objetivos
  • Ministérios do Antigo Testamento
  • Ministério Real
  • Ministério Profético
  • Ministério Sacerdotal

Parte II

  • Ministérios do Novo Testamento
  • Outras classes de ministérios
  • Estrutura organizacional

AULA 3 – Diaconato

  • Histórico e Etimologia
  • Principais funções

AULA 4 – Presbitério

  • Histórico e Etimologia
  • Principais funções

AULA 5 – A chamada para o ministério e a separação de obreiros

  • A chamada Geral e Universal
  • A chamada Individual e Específica
  • Exemplos de chamadas
  • Como identificar a sua chamada ministerial?
  • Evidências de uma verdadeira chamada de Deus
  • A preparação do obreiro

AULA 6 – Disciplina na igreja

  • O que é disciplina na igreja?
  • Objetivos da disciplina
  • Tipos de disciplinas
  • Penas disciplinares aos membros
  • Reconhecimento de cargo para obreiros disciplinados

AULA 7 – Características de um bom obreiro

  • O obreiro e a sua vida espiritual
  • O obreiro e a sua família
  • O obreiro e a igreja
  • O obreiro e o púlpito
  • O obreiro e o mundo moderno
  • O obreiro e a ética ministerial

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